2º episódio de Rewrite 2

2º episódio de Rewrite 2

Como vai pessoal? Aqui é o Seiya novamente trazendo as resenhas semanais, e desta vez o @Mat também participará! Se sentir confuso mesmo com este post, sinta-se livre para perguntar, e também não precisa ter medo de criticar.

Se você está procurando ler algo sobre o episódio desta semana, definitivamente encontrará neste post: o que diabos você assistiu. Para facilitar, estarei dividindo o post da seguinte maneira: conteúdo do episódio + conceito da rota Lua, e o episódio como uma adaptação. Também estarei citando quando for um comentário feito pelo Mat.

Conteúdo do episódio: não entendeu o que assistiu? Acredite, é essa a impressão que você deveria ter. O animê não deixou explícito conceitos importantes da rota Lua, e isso definitivamente atrapalhou o pessoal que não jogou antes ou não prestou atenção em todos os detalhes (estaremos explicando o que puder na parte dos conceitos).

O episódio foi basicamente: inter-relação entre Kagari e Kotarou, ele usando sua habilidade de reescrever para aumentar sua compreensão (tripping), Kashima Sakura invadindo, e ele “invocando” pessoas “importantes” para ajudá-lo.

O que a maioria *deveria* ficar perdido, ou *ficou*, seria onde Kotarou vai além de sua compreensão humana, e como essa dimensão funciona como um todo (em questão de espaço-tempo e aqueles que estão nele). Eis aqui começa toda explicação.

Conceitos da rota Lua:

@Mat diz:
Para aqueles que estão confuso sobre ela, ela é um espaço isolado no universo do Rewrite. Ela está acontecendo, já aconteceu e vai acontecer, tudo ao mesmo tempo. Enquanto todas as outras rotas se passam ao mesmo tempo (caminhos alternativos de um ponto em comum), a Lua está completamente separada disso. Um jeito mais simples de entender isso seria imaginá-la como uma televisão: As rotas são o programa que passa na televisão enquanto a Lua é quem assiste esses programas. Para aqueles que estão apenas assistindo o animê, a maioria devem estar se perguntando “mas o que são esses flashbacks?”; alguns são as rotas da novel (a maioria são os finais delas), outros são conteúdo do Harvest Festa (Universo non-canon ou sequência direta de uma rota, dependendo da rota), e alguns são “E se” exclusivos da Lua que nunca foram jogáveis.

O Mat se referiu à arvore da vida que a Kagari sempre está olhando. Sendo uma árvore cronológica do planeta Terra que sempre parte de um mesmo ponto, todos os resultados acabam na destruição da vida. O “trabalho” dela é tentar fazer a vida conseguir continuar, pois o planeta Terra só tem energia para mais uma tentativa. Todo flashback é basicamente o Kotarou conseguindo ver algum galho cronológico em que viveu.

Também é importante entender que o Kotarou, em nenhum momento, “invocou” alguém. O que ele fez foi conseguir fazer que “pessoas que foram importantes para ele” pudessem “se manifestar” na dimensão (simbolizado por algum objeto, com a necessidade de importância mútua), e eles também são como ele; possuem memórias convergidas de todos os galhos cronológicos (imagine um Reading Steiner).

E sobre o mencionado “tripping” que ele passa? Isso é um conceito lovecraftiano (lovecraftian horror se quiser pesquisar melhor), onde uma existência transcende, entrando no território “desconhecido”. Tudo que ele diz entender, que ele diz subir, é apenas uma pseudociência. Existem várias pessoas que gostam de filosofar este tipo de pseudociência, mas se você não entendeu o conteúdo em si, não tem problema, entenda apenas seu conceito. Apenas lembre que alguma parte desse conteúdo, talvez, seja de importância futuramente :).

O episódio como uma adaptação: e finalmente chegamos. A adaptação deste episódio foi um certo resumido, ocorreu algumas leves mudanças, mas o conteúdo continua fiel e o ritmo manteve-se suave. O CG desta temporada está definitivamente melhor que a primeira, mas não deixará de ser CG (última vez que mencionarei, ao menos que ocorra alguma mudança drástica). O soundtrack foi excelente, e decidiram bem o cliffhanger. Acredito que a direção em geral poderia ter sido melhor, mas não posso dizer com certeza sendo alguém que já conhece a história.

Conclusão: 9/10, amei. Todo esse sentimento brisado que este episódio deu foi excelente.

 

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